Pascom Diocese de Ituiutaba

Pascom Diocese de Ituiutaba

A diocese de Ituiutaba é uma divisão territorial da Igreja Católica no estado de Minas Gerais. A sé episcopal está na Catedral de São José, localizada no município de Ituiutaba.

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Falar e viver o amor são grandes desafios para nós no mundo de hoje, pois exigem de cada ser humano comprometimento, respeito, renúncias e escolhas, afinal, muitas vezes temos que remar contra a maré. Vivemos o tempo do individualismo, do isolamento e do medo de fazer escolhas erradas.

Dentro dos conceitos apresentados pela tradição bimilenar da Igreja, sua fundamentação está baseada na figura da Santíssima Trindade, na profunda unidade entre as três pessoas, formando uma verdadeira comunidade. O que faz esta unidade é a intensidade vivenciada no amor entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

O papa Francisco, que vem encantando o mundo com seus gestos e expressões de simplicidade, em sua primeira coletiva com os jornalistas, fez uma declaração fundamental sobre a Igreja: Precisamos de “uma Igreja pobre para os pobres”, uma Igreja “da verdade, da bondade e da beleza”. Ele valoriza o papel do jornalista na divulgação da mensagem cristã.

Sentimos a presença da sabedoria de Deus neste momento histórico da Igreja. Significa que ela ainda pode dar uma contribuição positiva para a sociedade. Isto aconteceu no passado e em todas as áreas da cultura, sendo impossível negar uma realidade tão marcante na ciência, na história, na literatura, na área científica, nas questões sociais etc. Houve muita coisa negativa por ser formada de humanos.

O mundo faz o caminho do bem e do mal. Não é por acaso que muitos optam pelo bem e não se deixam levar pela maldade, que não condiz com a vontade do Criador. O mal causa destruição e infelicidade para as pessoas envolvidas. Além disto, ele contamina os desprevenidos e desestruturados em sua vida de fé e de cidadania.

O Papa Francisco fala de uma Igreja “da verdade”. Os apóstolos tiveram dificuldade para entender que o projeto de Deus é da verdade e passa pela derrota, pelo dom gratuito, como o fez Jesus até a morte. Hoje, não é diferente numa cultura que proclama a felicidade como “gozo” descomprometido e individualista.

A sociedade é formada por cidadãos que proclamam fé em Deus e outros que seguem diferentes princípios. A Igreja tem por meta, dentro dos ensinamentos de Jesus Cristo, fazer com que todos os cidadãos tenham vida e dignidade. Se não é isto, seu caminho está fora do querer e da vontade de Deus.

Dom Paulo Mendes Peixoto

Arcebispo de Uberaba (MG)

CASAMENTO

A fé da Igreja nos permite dizer que o casamento é uma vocação, que convém preparar-se para ele e vivê-lo como um chamado para a santidade.

Chamando-nos para a vida, Deus nos chama para a liberdade, para compromisso concreto da nossa inteligência e da nossa vontade. Deus nos ajuda no discernimento que devemos fazer. Mas em nenhum caso ele nos substitui na escolha que nos cabe.

Se o casamento é uma autêntica vocação, ele deve conduzir os felizes beneficiários a viver no amor e a realizar nesta condição de vida a vocação universal ao amor, que é próprio de todo homem. Portanto, é com estes sentimentos que convém nos prepararmos para o casamento.

Para saber se amamos realmente alguém com o objetivo de nos casar, devemos observar se existe em nós o ‘desejo de fazer o outro feliz’. Estou pronto para lhe dar tudo, até a minha própria vida, realizando assim o mandamento do amor que Cristo confiou aos seus discípulos na véspera da sua morte?

O casamento é a realização deste chamado universal para a santidade no amor, que caracteriza toda a vida humana. Se o casamento pode ser considerado uma autêntica vocação, é porque ele só pode ser vivido, pelos batizados, sob o olhar de Deus. Já que a liberdade consiste em realizar plenamente, na fidelidade, aquilo para que o Senhor nos chama, convém nos encontrarmos sempre com Deus para viver plenamente a graça do casamento.

Toda vocação concerne em primeiro lugar ao próprio interessado, mas visto que ela é um ato de Deus, inclui os outros. Neste sentido, um lar cristão, por sua existência, é uma testemunha viva prestada ao amor de Deus.
‘Assim também: que a luz de vocês brilhe diante dos homens, para que eles vejam as boas obras que vocês fazem, e louvem o Pai de vocês que está no céu’.
( Mt 5,14-16).

O CHAMADO PARA A VIDA SACERDOTAL

Ser padre é primeiro uma dádiva que Deus faz livremente à sua Igreja, sem nenhum mérito da parte deles, homens que servirão o povo de Deus pelo anúncio da boa nova. É uma dádiva que Deus faz livremente àquele que ele está chamando: ‘Não foram vocês que me escolheram, diz o Senhor, mas fui eu que escolhi vocês’ ( Jô 15,16). Ser padre é uma graça feita à igreja, pois o ministério do padre estrutura o corpo de Cristo que é a Igreja. Ser padre é também uma responsabilidade para aquele que, dia após dia, deve guiar e santificar seus irmãos, levando-os pelo caminho da santidade.
Ser padre, enfim, é uma alegria profunda para aquele que, com seus irmãos padres, torna-se o colaborador do bispo no anúncio da boa nova da salvação e o dom da vida através dos sacramentos, o da eucaristia em particular.

O sacerdócio é um dos sinais do amor e fidelidade de Deus. Deus escolhe homens para colocá-los a serviço do povo numa dádiva definitiva da sua existência a Cristo, cabeça da Igreja.

Este chamado de Deus pode se manifestar muito cedo. É preciso acolher com muito respeito o que a criança pode viver, sem substituir a vontade de Deus colocando-se depressa no lugar dele.

Quando o chamado se faz mais preciso, na adolescência, surgem muitas perguntas e o jovem precisa então encontrar no seu caminho testemunhas confiáveis. A direção espiritual é mais do que nunca benéfica e deve ocorrer num clima de liberdade, em contato com os pais, quando isso for possível, pois a direção espiritual acompanha o crescimento humano e intelectual do jovem.

É muito importante os estudos. Uma coisa é certa: não entramos para o seminário porque fracassamos em outras atividades. Não entramos para o seminário porque não nos interessamos pelos outros estudos, mas somos, segundo pretendemos, atraídos unicamente pelos estudos religiosos, pois ser capaz de mais tarde dar nossa vida para o serviço da Igreja supõe que somos capazes, no momento presente, de dar o melhor de nós mesmos. A vocação sacerdotal é um chamado de Deus que se exprime subjetivamente pela alegria e pelo desejo de responder generosamente a este chamado.
As vocações chamadas ‘tardias’ são cada vez mais freqüentes hoje em dia. Elas demonstram as dificuldades que os jovens encontram para fazer o discernimento da sua vocação antes de entrar para a vida ativa. O chamado de Deus pode assim ser ouvido em todas as idades, e é normal que todo cristão se questione sobre ele num momento ou noutro da sua vida.

Nada é mais precioso que o testemunho dado pelos próprios padres sobre a beleza de sua vocação e a alegria que proporciona o serviço do povo de Deus e o anúncio da boa nova. Um padre feliz no seu ministério faz, sem ele mesmo o saber, muito bem, pois é certo que a identificação possível com um padre é para um jovem critério importante no desenvolvimento da sua própria vocação.

A VIDA RELIGIOSA

Entre as numerosas vocações que o Senhor suscita na sua Igreja, há uma que fascina e desconcerta ao mesmo tempo: é a vida religiosa. Ela fascina porque exprime com firmeza que Deus pode satisfazer uma vida a ponto de podermos abandonar tudo para nos ligarmos somente a ele.

O que caracteriza de fato o chamado para a vida religiosa é esta consagração total de todo o ser a Deus, através da imitação de Cristo na profissão dos conselhos evangélicos: a pobreza, a castidade e a obediência. A vida religiosa é o cumprimento pleno da graça recebida no batismo e na confirmação que um homem ou uma mulher pode entregar totalmente sua vida a Deus vivendo como Cristo, pobre, casto e obediente.
As formas de vida religiosa são múltiplas adaptadas aos diferentes chamados que Deus suscita: vida contemplativa, vida ativa a serviço do apostolado, vida consagrada ao serviço dos mais pobres, mais necessitados. Portanto, é essencial que o jovem ou a jovem tenham, conhecimento da existência de tais instituições. Os pais possam encarar serenamente uma vocação religiosa entre os seus próprios filhos. Reza-se muito pelas vocações, desde que elas não sejam da sua própria família.

O acompanhamento espiritual é aqui mais que necessário. Somente depois de uma orientação espiritual e de um discernimento, é possível visar a uma experiência mais concreta numa comunidade particular. O discernimento espiritual permite ganhar tempo e evitar desilusões.

A VIDA CONSAGRADA NO MUNDO

Sempre mais numerosos são os cristãos que consagram suas vidas ao serviço da Igreja sem ter, por isso, adotado a vida religiosa. Esta dádiva de Deus constitui uma das riquezas da vida da Igreja após o Concílio Vaticano II. Os batizados são como o fermento no meio da massa, eles são do mundo sem serem do mundo. ( cf. Jô 17,14-19). Lembra assim, que todo batizado é chamado de uma maneira ou outra para prestar testemunho de Deus por toda a sua vida.

FONTE: Como discernir sua vocação –
Pe. Hervé Soubias – Ed. Paulinas.
http://www.catolica.com.br

Cada ser humano tem uma vocação, um chamado especial de Deus para sua vida. Dentro da Igreja encontramos quatro vocações: sacerdotal, religiosa, o matrimônio e o leigo. Hoje vamos entender melhor o que é a vocação religiosa, confira:

A vocação religiosa – homem ou mulher consagrado a Deus – deixa tudo para traz, sua família, seus bens, para, assim como outrora os apóstolos, seguir a Cristo e dedicar sua vida totalmente a serviço da Igreja, em comunidade. Um religioso professa os votos de pobreza, castidade e obediência, e em tudo busca a perfeição de seus atos diante de Deus, ou seja, a santidade.

A vocação religiosa existe desde o início do cristianismo e a Igreja a apresenta de diversas formas: a vida monástica, eremítica, religiosa e a ordem das virgens. Ao longo da história foram surgindo inúmeros institutos seculares e sociedades de vida apostólica, ordens e congregações que sob os mais variados títulos (consagrados aos santos, à Santíssima Virgem ou a Cristo) estão dispostos a ser canal de misericórdia para os fiéis.

São diversos os serviços pastorais que o religioso presta nas comunidades, motivo pelo qual sua presença torna-se tão necessária. Por meio da oração, de missões, da educação e de diversas outras obras de misericórdia, os religiosos vivem plenamente o Evangelho tendo em vista a construção do Reino de Deus.

O Papa João Paulo II expressou na Exortação Apostólica Vita Consecrata que um religioso é uma “pessoa cristeforme” – um prolongamento, na história da Igreja, da presença de Cristo Ressuscitado. Ainda nas palavras desse Papa, a vida consagrada, sua beleza e seu prodigioso trabalho é ação do Espírito Santo. “É Ele [Espírito Santo] que, pelos milênios afora, sempre induz novas pessoas a sentirem atração por uma opção tão comprometedora. Sob a sua ação, elas revivem, de certo modo, a experiência do profeta Jeremias: ‘Vós me seduzistes, Senhor, e eu deixei-me seduzir’ (20,7)” (Vita Consecrata, 19).

Ser religioso é, antes de tudo, viver o céu na terra. É deixar tudo para se entregar ao amor de Deus e ser presença Dele para o outro. É estar disposto a ser sinal da misericórdia de Deus para os que necessitam.

Fonte: Com. Pantokrator 

O arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, já está de volta ao Brasil após viagem a Roma para a canonização de irmã Dulce no último domingo, 13. Ele conversou com a equipe do CN Notícias que está em Salvador acompanhando os preparativos finais para a celebração em ação de graças pela canonização que será realizada neste domingo, 20, na Arena Fonte Nova.

Cerca de 55 mil pessoas são esperadas para esta que será a grande comemoração, no Brasil, pela canonização da primeira santa brasileira. “Vai ser acima de tudo um momento de alegria e vocês vão experimentar de perto a alegria do povo baiano”, afirma o arcebispo.

Dom Murilo foi uma das cinco pessoas que estavam ao lado do Papa Francisco no altar na cerimônia de canonização e recorda com alegria e emoção este momento. Ele diz que quando chegou ao Vaticano, na quinta-feira à noite, ficou impressionado ao ver no alto da Basílica de São Pedro a imagem de Irmã Dulce junto à dos outros beatos que seriam canonizados. Além disso, ele ressalta o português, ou melhor, o “baianês” que dominou a Praça São Pedro às vésperas da canonização; foi bonito ver uma festa baiana no Vaticano, conta.

“Diante de tantas graças que o Senhor nos dá, diante de tantos presentes, temos que procurar ser melhores, ou melhor, procurar ser santos, porque santo é todo aquele que faz a vontade de Deus, aquele que segue Jesus Cristo, aquele que coloca Deus em primeiro lugar e o próximo amando como a si mesmo. Irmã Dulce nos mostra que esse caminho está aberto a todos”.

O arcebispo destaca que é um presente e ao mesmo tempo um compromisso ter uma santa brasileira. “Que aprendamos desse testemunho de Santa Dulce dos Pobres a doação, a colocar Deus em primeiro lugar em nossa vida, a ser um verdadeiro discípulo de Jesus, atento aos seus ensinamentos e amar os pobres e necessitados, porque é isso que Santa Dulce dos Pobres nos ensina. Neles, ela via Jesus por isso não era difícil amá-los, acolhê-los, acariciá-los: era a Jesus que ela estava servindo e isso era a fonte de sua alegria”.

“Esse testemunho de irmã Dulce vai tocar muito e já está tocando o coração dos nossos baianos e brasileiros”, destacou o arcebispo, que finaliza a entrevista deixando um convite para todos participarem da celebração de domingo:

“Não dá para ir todo mundo fisicamente – só Salvador tem 3 milhões de habitantes – mas com o coração é possível todo mundo estar lá dentro, rezar conosco, agradecer esta canonização e dizer à Santíssima Trindade: que nós sejamos também mais santos já essa é a vontade de Deus”.

Em sua catequese o Papa refletiu sobre os Atos dos Apóstolos, partindo do versículo 14, 27: “Deus abriu a porta da fé aos pagãos”. O texto é sobre a missão de Paulo e Barnabé e o Concílio de Jerusalém. O livro dos Atos dos Apóstolos narra que São Paulo, após seu encontro transformador com Jesus, foi acolhido pela Igreja de Jerusalém, graças à mediação de Barnabé, e começou a proclamar a Boa Nova de Cristo.

No entanto, disse Francisco, devido à hostilidade de alguns, Paulo foi obrigado a se transferir para Tarso, sua cidade natal, seguido por Barnabé, que também foi envolvido na pregação da Palavra de Deus. A  pregação passou por uma forte perseguição, que não acometeu a evangelização. “Eis o longo itinerário da Palavra de Deus, que deve ser anunciada por todos os cantos da terra”, afirmou o Santo Padre.

Paulo e Barnabé iniciaram a evangelização pela Antioquia da Síria, onde ficaram um ano inteiro, ensinando e ajudando a comunidade a criar raízes. Antioquia tornou-se o centro da propulsão missionária e foi o local onde os adeptos de Cristo foram chamados, pela primeira vez, de “cristãos”, segundo o Pontífice. Depois de Antioquia, Paulo e Barnabé foram enviados a outros lugares e esta foi a primeira etapa missionária de Paulo, que passou da pregação do Evangelho nas Sinagogas ao anúncio em ambientes pagãos populares.

“Do Livro dos Atos, emerge a natureza da Igreja, que não é uma fortaleza, mas uma tenda capaz de ampliar seu espaço para dar acesso a todos. A Igreja deve ser ’em saída’ senão não é uma Igreja; é uma Igreja de ‘portas abertas’, chamada a ser sempre a Casa aberta do Pai. Assim, se alguém quiser seguir a ação do Espírito e buscar a presença de Deus, não encontrará o obstáculo de uma porta fechada”, frisou o Papa.

Com a pregação de Paulo e Barnabé nos ambientes pagãos, Francisco afirmou que começaram os problemas: abrir as portas aos pagãos e judeus desencadeou uma controvérsia ferrenha. Alguns judeus sentiam a necessidade da circuncisão para se salvar e ser batizados. Para resolver a questão, Paulo e Barnabé pediram o parecer do conselho dos Apóstolos e anciãos de Jerusalém, considerado pelo Pontífice o primeiro Concílio da história da Igreja: o Concílio de Jerusalém ou Assembleia de Jerusalém. 

O Santo Padre disse: “Foi abordada uma questão teológica, espiritual e disciplinar muito delicada: a relação entre a fé em Cristo e a observância da Lei de Moisés. Durante a assembleia foram decisivos os discursos de Pedro e Tiago, “pilares” da Igreja mãe. Ambos convidavam a não impor a circuncisão aos pagãos, mas apenas a pedir para rejeitar a idolatria, em todas as suas expressões”. Essa decisão, ratificada com uma Carta apostólica, foi enviada a Antioquia.

Fonte: Canção Nova

O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Crispim Guimarães dos Santos, falou no plenário da Câmara dos Deputados na manhã desta segunda-feira, quando foi realizada sessão solene em homenagem ao Dia Nacional de Valorização da Família.

Em seu discurso, levou o abraço do bispo de Rio Grande (RS) e presidente da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, dom Ricardo Hoepers, e destacou a celebração da data e o destaque dado à instituição que é “célula mater da sociedade”.

Padre Crispim recordou a Semana Nacional da Família deste ano, que celebrou os 25 anos da Campanha da Fraternidade sobre a Família. “Da nossa parte, como muitos aspectos da vida social do nosso povo, especialmente os que estão na periferia, temos plena consciência de que nenhuma ação, seja da Igreja, seja do Estado, será eficaz na melhoria dos índices sociais se a instituição familiar continuar a ser menosprezada e atacada como instituição caduca, retrógrada”, pontou.

Para o assessor da CNBB, a família continua a ser chamada “a se aprimorar no amor, no respeito mútuo dos seus membros”. Tais atitudes, sustenta, serão “essenciais para a renovação e construção de uma verdadeira sociedade do bem-estar e de políticas públicas coerentes e capazes de, senão erradicar, ao menos baixar os indicadores alarmantes de violência, as mais variadas, consumo de drogas, comportamentos autodestrutivos”.

A sessão foi proposta pela deputada Chris Tonietto e teve participação de integrantes da Frente Parlamentar Católica, como o deputado Diego Garcia, que presidiu a sessão. Também esteve presente na cerimônia a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

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A diocese de Ituiutaba é uma divisão territorial da Igreja Católica no estado de Minas Gerais. A sé episcopal está na Catedral de São José, localizada no município de Ituiutaba.

Foi criada em 16 de outubro de 1982 pelo Papa João Paulo II pela bula. Quo Melius ( que quer dizer Quanto Melhor ) de 16 de outubro de 1982, com território desmembrada da Arquidiocese de Uberaba e da Diocese de Uberlândia.

 

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